abril 2021 CCR e Vinci ganham 6ª rodada de concessões aeroportuárias
Mesmo em meio à pandemia de covid-19 e à maior crise já vivida pelo setor de aviação comercial desde a II Guerra Mundial, o governo brasileiro conseguiu leiloar 22 aeroportos com um ágio de 3.822% sobre o preço mínimo. A CCR, que opera BH Airport em sociedade com a Zürich Airport e a Infraero, foi a grande vencedora do leilão arrematando 15 terminais dos blocos Sul e Central. Já a Vinci Airports, que opera o aeroporto de Salvador, ficou com os sete aeroportos do bloco Norte.

Ao todo, o governo arrecadou, em outorgas, R$ 3,3 bilhões com essa 6ª rodada de leilões, garantindo ainda outros R$ 6,1 bilhões em investimentos ao longo dos 30 anos de concessão.

O Bloco Sul reúne os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS).

No Bloco Central, estão os terminais de Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

Já o Bloco Norte contempla os aeroportos de Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR).

No ano passado, a 5ª rodada já havia leiloado 12 terminais. Desde 2011, quando o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) foi leiloado, 44 aeroportos já foram concedidos à iniciativa privada. Para a 7ª rodada de concessões, em 2022, estão previstos mais 20 aeroportos, entre eles dois exclusivamente voltados para voos domésticos, mas com as maiores movimentações de passageiros do país: Congonhas, em São Paulo, e o Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

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