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Dados
do Setor
Satisfação do passageiro Infraestrutura
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O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

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Airport News
Heathrow pede socorro governamental ao setor aéreo
Passados 15 meses de pandemia, Heathrow, o principal aeroporto do Reino Unido, segue ainda com apenas 10% do movimento registrado antes da crise da covid-19 e está pedindo mais ajuda do governo ao setor de aviação, noticia o site Air International.

Apesar de um sistema de sinalização anunciado no mês passado pelas autoridades britânicas para facilitar viagens de baixo risco, a situação não tem se mostrado melhor. Heathrow pede ao governo que reveja as medidas e confie mais em fatores científicos para liberar viagens a passageiros vacinados.

Os responsáveis pelo aeroporto pedem ainda que seja criado um pacote de ajuda pensado para a indústria aeroportuária que preveja a prorrogação dos programas de alívio de licenças e taxas.

A reabertura de rotas transcontinentais é outra questão levantada pelo aeroporto que, recentemente, se reuniu com os CEOs da American Airlines, British Airways, Delta Air Lines, JetBlue, United Airlines e Virgin Atlantic.

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Rio-São Paulo é a primeira ponte aérea do mundo 100% biométrica
Desde o dia 15 de junho, já está funcionando em fase de testes a primeira ponte aérea do mundo totalmente biométrica, ligando os aeroportos Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Congonhas, em São Paulo – a mais movimentada do país. Todas as etapas do processo, do check-in ao desembarque, são feitas por reconhecimento facial.

Pelo sistema, idealizado pelo Ministério da Infraestrutura e desenvolvido pelo Serpro, passageiros convidados da Azul Linhas Aéreas não precisam mostrar qualquer documento ou cartão de embarque.

Soluções biométricas de reconhecimento facial já são usadas em diversos aeroportos por todo o mundo, mas essa é a primeira vez que uma ponte aérea é 100% realizada por biometria.

Inserido no projeto Embarque + Seguro 100% Digital, a biometria da ponte aérea segue uma sequência de processos que se inicia no check-in com a validação da documentação oficial e da imagem do passageiro. Esse reconhecimento facial é, então, usado para acesso do passageiro à área de embarque e, depois, ao avião, no portão de embarque.

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Star Aliance acelera programa de identidade biométrica
A tendência à biometria continua avançando com o anúncio recente de um acordo entre a Star Alliance, a Sita e a Nec para que os passageiros das companhias aéreas membro sejam identificados por biometria, compartilhando os equipamentos já instalados em 460 aeroportos em todo o mundo. O objetivo é acelerar a disponibilidade de pontos de autoatendimento biométrico em todas as companhias aéreas membro e oferecer uma experiência de aeroporto mais rápida e sem contato.

O projeto vai se valer da grande presença global dos equipamentos da Sita e da plataforma I:Delight, da NEC, capaz de identificar os passageiros de maneira mais rápida. O software, que já está sendo usado pela Star Alliance na Europa, permite fazer a leitura facial de pessoas em movimento e até mesmo usando máscaras.

De acordo com a Star Alliance, os passageiros só precisam cadastrar sua biometria uma única vez e passam a ser identificados por companhias aéreas e aeroportos membros apenas pelo rosto, sem cartão de embarque ou qualquer contato, acelerando e tornando o processo mais higiênico.

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O futuro é biométrico
A adoção da biometria nas fronteiras internas e externas da União Europeia está em franca discussão, como destaca recente edição da revista Passenger Terminal Today. A dúvida parece ser que modelo adotar e quem pagará pelos investimentos necessários para instalar os equipamentos nos aeroportos do velho continente. A medida vai proporcionar mais segurança e controle nas viagens de avião e na imigração, mas exigirá, nas primeiras entradas de dados dos passageiros – sobretudo nos casos de cidadãos não europeus –, processos um pouco mais demorados.

Uma das saídas estudadas pelas autoridades europeias, junto com a leitura facial, é a adoção de um sistema que lê apenas as digitais de quatro dedos, e não 10, como é feito atualmente pelos processos analógicos. Para validação de acesso às áreas de embarque e aeronaves, o passageiro ou tripulante precisaria apenas colocar a mão sobre um equipamento (sem tocá-lo).

A tecnologia funcionaria capturando, numa primeira entrada no sistema, a biometria de dedos e da face do passageiro. Essas imagens seriam então comparadas aos documentos apresentados em viagens anteriores, para evitar registros em nomes de terceiros. Daí em diante, todas as etapas de checagem seriam feitas apenas pelo processo biométrico, sem intervenção de agentes de segurança.

Com isso, os processos de segurança e check-in dos passageiros ficariam bem mais seguros e rápidos. A exceção fica por conta das primeiras entradas no sistema, sobretudo para cidadãos de fora da Europa. Os técnicos que estão avaliando a questão estimam um tempo extra na primeira entrada entre 5 a 20 segundos por passageiro.

Outra questão é sobre quem vai pagar por isso, se os aeroportos ou os governos nacionais. A European Entry-Exit System (EES) prevê US$ 570 milhões para instalar os equipamentos nos aeroportos do continente até 2022.

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