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O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

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Airport News
Números confirmam segurança sanitária de aeronaves
Dados divulgados pela IATA confirmam que é seguro viajar de avião em tempos de covid-19. Entre mais de um bilhão de pessoas viajando por todo o mundo desde início da pandemia, apenas 50 casos da doença haviam sido associados a algum voo. Apesar de reconhecer que os números podem estar subestimados, responsáveis da entidade sugerem que, mesmo se eles fossem 100 vezes maiores, o risco de contrair o coronavírus a bordo de uma aeronave ainda seria muito baixo e estaria na “mesma categoria de ser atingido por um raio”, como afirmou em outubro o CEO da IATA, Alexandre de Juniac.

Reportagem da AirportTechnology acrescenta que as conclusões da IATA foram confirmadas em estudos realizados por fabricantes de aeronaves – Airbus, Boeing e Embraer – e pesquisadores independentes do Comando de Transporte dos EUA (TRANSCOM). Eles também procuraram entender os motivos de a transmissão em aviões ser tão baixa.

Realizando simulações de dinâmica de fluidos computacionais separadas usando manequins, os pesquisadores confirmaram a eficácia dos sistemas de fluxo de ar da cabine no controle do movimento de partículas, o que limita a disseminação de vírus e outros microorganismos.

“O ar na cabine da aeronave circula a uma taxa muito alta, de maneira controlada, de cima para baixo”, explica o consultor médico da IATA, David Powell, ressaltando que esse ar recirculado passa ainda por filtros de partículas 99,993% eficazes na remoção de bactérias e vírus. O médico explica ainda que o fato de todos se sentarem voltados para a mesma direção nos aviões e as costas dos bancos atuarem como uma barreira entre as fileiras minimiza o contato face a face.

A TRANSCOM descobriu, por exemplo, que a exposição máxima de um assento próximo foi de 0,3% e que seria necessário um voo de 54 horas, pelo menos, para produzir uma infecção a bordo.

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AGS Airports prepara drones para entregas médicas
A partir do segundo trimestre de 2022, drones poderão ser usados para transportar medicamentos e suprimentos médicos no Reino Unido. O projeto está sendo liderado pela AGS Airports, proprietária e operadora dos aeroportos de Aberdeen e Glasgow, na Escócia, e Southampton, no sul da Inglaterra.

O projeto CAELUS (Care & Equity – Healthcare Logistics UAS Scotland) começou em 1º de dezembro e, se os testes que estão sendo realizados forem bem-sucedidos, essa poderá ser a primeira rede britânica de distribuição de medicamentos essenciais, sangue, órgãos e outros suprimentos médicos em toda a Escócia, especialmente nas zonas rurais.

O consórcio, que reúne 14 organizações incluindo a Universidade de Strathclyde e o provedor líder de controle de tráfego aéreo NATS, já dispõe de £ 1,5 milhão do Fundo de Desafio de Voo Futuro da Estratégia Industrial do Reino Unido.

Além de desenvolver a infraestrutura terrestre necessária para recarregar os drones e os sistemas para controlá-los durante o voo, um aspecto fundamental do projeto será desenvolver “estradas aéreas” para garantir que os drones compartilhem o espaço aéreo com a aviação civil em segurança.

“Este projeto tem potencial para revolucionar completamente a maneira como os serviços de saúde são entregues na Escócia”, diz Derek Provan, CEO da AGS Airports, acrescentando que isso vale não só para a capacidade de acelerar a entrega de suprimentos médicos essenciais e reduzir o tempo de espera por resultados de exames, mas, sobretudo, ajudar a equilibrar o atendimento a populações urbanas e rurais remotas.

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LAX adota scanner de fotos touchless
Seguindo o conceito do embarque sem contato, o Aeroporto Internacional de Los Angeles (LAX) é o primeiro grande terminal dos Estados Unidos a oferecer scanners automáticos de identificação de fotos (que dispensam o contato físico) para todos os seus mais de 80 pontos de checagem de segurança.

A Tecnologia de Autenticação de Credenciais (CAT) já está sendo usada em todos os pontos de verificação de segurança no LAX. Segundo a operadora Los Angeles World Airports (LAWA), a iniciativa reduz o contato dos viajantes com os oficiais de segurança da TSA (Transportation Security Administration), além de melhorar a experiência do passageiro.

Ao se aproximar de um ponto de verificação de documentos na área de controle de segurança, o passageiro não precisa mais entregar seus documentos a um oficial da TSA. Em vez disso, ele é orientado a inserir sua própria identidade com foto em uma pequena máquina.

O CAT utiliza a digitalização do documento para, em tempo real e graças a uma conexão segura com a Internet, confirmar a identidade do viajante em uma tela. Também verifica se a pessoa recebeu um cartão de embarque para viajar naquele dia ou se a documentação é original ou falsificada.

Até agora, a TSA já implantou mais de 1.500 unidades CAT em 125 aeroportos americanos.

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Taiwan vai testar embarque sem contato
O Taipei Songshan Airport e o Taoyuan International Airport, ambos em Taiwan, anunciaram que vão iniciar testes para permitir o embarque sem contato utilizando sistemas de reconhecimento facial.

Em Songshan, o sistema para ingressar nas áreas restritas e portões de embarque já deve estar funcionando na segunda quinzena de fevereiro, após o feriado do Ano Novo Lunar. Assim, funcionários do aeroporto e de companhias aéreas não precisarão mais manusear cartões de embarque e documentos de passageiros. Segundo o aeroporto, além de acelerar o embarque, a medida reduzirá o risco de transmissão de doenças por contato físico.

Já o Taoyuan Airport disse que adotará o novo sistema no segundo semestre, enquanto instala os equipamentos nos balcões de check-in para oferecer serviços mais simples. A prática está em linha com o conceito “One ID”, promovido no setor aéreo global para fornecer aos passageiros um processo sem documentos baseado em gerenciamento de identidade e reconhecimento biométrico.

Desde o segundo semestre do ano passado, o procedimento é adotado pelas duas principais companhias aéreas de Taiwan – a China Airlines (CAL) e a EVA Airways. A iniciativa está integrada ao Programa de Saída Biométrica dos Estados Unidos, que coleta informações biométricas dos viajantes. Atualmente, a CAL usa o serviço em voos de São Francisco para Taiwan. A EVA Air faz o mesmo com os voos que partem de Nova York e São Francisco.

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