Dados
do Setor
Satisfação do passageiro Infraestrutura
Sobre a ANEAA

O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

Saiba mais
Airport News
Aneaa lança quizz sobre cuidados em viagens durante pandemia

A Aneaa está lançando um quizz com orientações sobre os cuidados que devem ser tomados em viagens durante a pandemia. Com informações obtidas junto à Organização Mundial de Saúde, o quizz ajuda a proteger, de forma lúdica, passageiros, funcionários de companhias aéreas e comunidade aeroportuária.

saiba mais
Tráfego deve se normalizar até 2024, diz ACI World

Na sua 5ª análise de impacto econômico da covid-19, a Airport Council International (ACI) World desenvolve cenários explorando a potencial trajetória de recuperação do setor aeroportuário mundial. De acordo com o boletim The impact of COVID-19 on the airport business, ainda será preciso esperar até 2023 par o tráfego doméstico de passageiros voltar aos níveis de 2019. Já a recuperação do tráfego internacional deve levar mais um ano – 2024.

O estudo revela o efeito devastador da pandemia sobre a indústria aeroportuária global, prevendo para este ano uma redução de mais de 6 bilhões de passageiros, na comparação com o previsto para o tráfego global de 2020 antes da covid-19, uma queda 64,2%.

De acordo com a ACI World, Europa e Oriente Médio são as regiões mais afetadas, com declínios de mais de 70% em relação ao projetado. Enquanto isso, o bloco Ásia-Pacífico, impulsionado pelo mercado doméstico da China, iniciou a recuperação mais cedo e deve fechar 2020 com um declínio de 59,2%.

Em termos de receitas, a queda em relação às previsões para 2020 foram um pouco maiores: 65%. Este ano, a indústria aeroportuária mundial deverá gerar US$ 60,2 bilhões, contra os US$ 172 bilhões previstos. Um impacto de US $ 111,8 bilhões.

Para o diretor Geral da ACI World, Luis Felipe de Oliveira, estamos, agora, “vendo alguns sinais positivos e as perspectivas são ligeiramente melhores para a recuperação, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Uma coisa é certa, o mundo será diferente depois desta pandemia.”

saiba mais
Redução de custos – Energia solar

Com a pandemia e a necessidade drástica de reduzir custos para fazer frente à queda de receitas, muitos aeroportos colhem agora os excelentes frutos da aposta em geração de energia por meio de painéis solares. Inspirados por esses resultados, outros agilizam o processo nesse investimento. Como mostra reportagem do site Airport Technology, diversos terminais estão anunciando projetos e apresentando pilotos de energia solar que cumprem metas de redução de emissões de gases de efeito estufa e ainda reduzem custos.

Na Índia, isso já é uma realidade desde 2015. O Cochim International Airport, no estado de Kerala, foi o primeiro hub mundial abastecido inteiramente por energia solar. São cerca de 46 mil painéis fotovoltaicos em uma área de mais de 180 mil m2 que produzem 12 MW, mais até do que o aeroporto precisa. Pelos cálculos dos responsáveis pelo Cochim International, o investimento se paga agora em 2021 e, ao longo de 25 anos, serão evitadas, no total, cerca de 300 mil toneladas de CO2 em emissões.

No Kuala Lumpur International Airport, na Malásia, a falta de espaço para uma fazenda solar obrigou o operador do aeroporto a utilizar os telhados dos terminais e a construir suportes para elevar os painéis solares que acabaram se convertendo em abrigos no estacionamento do aeroporto. O resultado são 19 MW que, por ano, poupam quase US$ 630 mil em despesas com energia elétrica.

Outro aeroporto que aproveitou o espaço do estacionamento para instalar painéis fotovoltaicos foi o Minneapolis-St. Paul International Airport, nos EUA. Com 400 mil operações por ano, o terminal instalou quase 12 mil painéis em 2015, o bastante para suprir 20% do seu consumo energético. As estimativas de economia chegam aos US$ 14 milhões em 30 anos de uso.

No aeroporto Melbourne o projeto de uma fazenda solar perto da cabeceira da pista está em fase final e vai começar a gerar energia já no início de 2021. Com 150 mil m2, o complexo de painéis será capaz de gerar anualmente 17 mil GWh, suficiente para suprir de 15% a 20% da energia consumida pelos quatro terminais do segundo maior aeroporto australiano.

saiba mais
Reino Unido relaxa quarentena para visitantes

O Reino Unido decidiu reduzir de 14 para 10 dias o tempo de isolamento que passageiros vindos de países fora da lista do corredor de segurança da covid-19 precisam cumprir ao ingressar no país.

O Brasil é um dos países que não está nesse corredor de segurança elaborado pelo governo inglês e poderá se beneficiar da medida, que começou a valer a parir de 14 de dezembro. A nova regra permite ainda que, a partir do quinto dia de isolamento, o passageiro tenha a opção de realizar por conta própria um teste para covid-19. Se o resultado for negativo, ele estará liberado da quarentena.

De acordo com a CEO da Airport Operators Association (AOA), Karen Dee, “os aeroportos do Reino Unido estão entre os setores mais afetados pela pandemia”. Para ela, o governo inglês deve continuar a trabalhar com os aeroportos fornecendo o apoio financeiro necessário para salvaguardar o futuro da aviação e a prosperidade do Reino Unido.

saiba mais
Clique aqui para ver mais notícias
ANEAA nas redes sociais
Sigam-nos!
Associados Dados do setor Contato

SHS Quadra 06, Complexo Brasil 21
Torre A, Sala 207 Asa Sul, Brasília
CEP: 70.316-102
Telefone: (61) 3039-9561

Sigam-nos!
© 2019 ANEAA - Todos os direitos reservados