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O Brasil empreendeu nos últimos anos profundas mudanças que conduziram o sistema aeroportuário a um novo tempo. Graças ao novo modelo de concessões, criado para dar resposta aos megaeventos realizados no País entre 2014 e 2016 e ao formidável aumento da demanda por viagens aéreas, foram construídos novos terminais e aeroportos que já são referência na América Latina.

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Airport News
Covid-19 acelera tendência do aeroporto sem contato

A crise sem precedentes na aviação mundial por conta da pandemia de covid-19 tem provocado os aeroportos e outros players do setor a acelerarem a busca por soluções que passem segurança sanitária a passageiros e autoridades. A consequência mais visível tem sido a corrida por tecnologias que transformem a viagem uma experiência sem contato, desde a implementação de biometria em diversos pontos de checagem à robotização das operações aeroportuárias e até mesmo aplicativos que mudam a relação do passageiro com as lojas dos aeroportos.

É o caso do Aeroporto de Schipol, em Amsterdã, na Holanda, que, após um piloto bem sucedido, está ampliando o uso de um app que permite ao passageiro fazer pedidos de comida e bebida e efetuar pagamentos sem qualquer contato. Com o app Schipol, o passageiro escaneia o QR code encontrado em telas espalhadas pelo terminal, faz seu pedido, paga online e escolhe o melhor horário para pegar sua comida em ponto de coleta.

“Quando testamos a pré-encomenda de alimentos e bebidas em pequena escala, recebemos um grande número de respostas positivas, então decidimos expandir o serviço”, disse Irene Muysson, gerente de varejo, alimentos e bebidas e serviços comerciais de Schiphol, acrescentando que o sistema já foi espalhado por diversos pontos de catering do aeroporto: “Isso libera mais tempo para que nossos passageiros relaxem, já que seus pedidos estão prontos para coleta no horário especificado”.

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Robôs devem dominar os aeroportos até 2027

Confirmando a tendência do aeroporto sem contato, um relatório elaborado pela Market Research Future (MRFR) aponta que, até 2027, o uso de robôs em aeroportos deverá crescer a uma média de 16,8% ao ano e, em breve, irá substituir diversas atividades humanas em operações aeroportuárias, sobretudo nos segmentos de limpeza e segurança aeroportuária.

O relatório Airport Robots Market Information by Application, and Region – Forecast to 2027 reúne insights de mercado sobre robôs aeroportuários e analisa a indústria por aplicativos (Landside, Terminal), regiões (América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio & África e América Latina), capacidade competitiva, market share e tendências.

De acordo com o documento, a pandemia de covid-19 está pressionando os aeroportos a empregarem robôs, não só para evitar situações de contaminação, mas, sobretudo, para buscar mais eficiência, ajudando o setor a se recuperar de um dos seus piores momentos na história.

Por outro lado, o alto custo desses equipamentos e a necessidade de, em certos casos e em um primeiro momento, operar a tecnologia robótica supervisionada por humanos são fatores de limitação dos investimentos das operadoras aeroportuárias.

A América do Norte deverá liderar a automação de aeroportos, seguindo exemplos como o do Aeroporto Internacional de Cincinnati/Norte de Kentucky, onde, desde 2019, a Amazon está instalando seu hub de aviação de US$ 1,5 bilhão. O complexo de quase 250 mil m2 já conta com robôs, quilômetros de correias transportadoras e outros recursos inovadores.

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Biometria chega às bagagem prometendo viagens mais ágeis e sustentáveis

Muito se tem falado da biometria nos pontos de checagem de segurança em aeroportos e no embarque em aeronaves, reconhecendo automaticamente os passageiros por seus dados faciais. A tecnologia, em início de implantação em vários aeroportos pelo mundo, deve agilizar a experiência do passageiro desde a sua chegada ao aeroporto até a saída no terminal de destino. Agora, ela começa a ser pensada para a jornada das bagagens e será tema de um webinar.

Usando visão computacional e inteligência artificial, a biometria para bagagens consegue acelerar o manuseio de malas e pacotes, o que significa não apenas poupança de dinheiro para as empresas que lidam com a bagagem dos passageiros, mas também uma grande redução no tempo de espera pela saída das malas na área da coleta de bagagem.

Além disso, a nova tecnologia dispensa a impressão de tags de mala, evitando a produção de papel e a geração de lixo – um grande apelo para a sustentabilidade e para o cumprimento das metas de carbono zero dos aeroportos.

A nova solução será tema do webinar AI, data, and biometrics: The key to a sustainable future for baggage? (IA, dados e biometria: a chave para um futuro sustentável das bagagens?), no próximo dia 8 de setembro, organizado pela International Airport Review em parceria com a BagsID Network.

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AOA: redução nos preços de testes de covid-19 ainda é tímida para estimular viagens
O governo inglês acaba de anunciar a redução dos preços dos testes de covid-19 para os passageiros que chegam ao Reino Unido, mas a congênere britânica da Aneaa, a AOA (Airport Operations Association) considera os valores muito altos. O NHS Test and Trace caiu de £88 para £68 (cerca de R$ 500) para chegadas de regiões verdes ou âmbar desde que totalmente vacinados. Já os dois testes para não totalmente vacinados e regiões âmbar caiu de £170 para £136 (RS 1.000).
“É bem-vindo que o governo reconheça o alto custo de testes, o que tem sido uma grande barreira para as viagens internacionais e deixou as férias de verão fora de alcance para muitos. No entanto, essa pequena redução é pouco mais do que um remendo e não chega nem perto para reduzir os custos das viagens. É hora de o governo assumir isso e substituir caros testes de PCR por testes rápidos mais acessíveis”, diz Karen Dee, presidente da AOA.

 

Na Inglaterra, os testes de covid-19 são gratuitos em inúmeras situações previstas em lei, mas, no caso de viagens, eles precisam ser pagos pelos passageiros.

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