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Gestão de aeroportos: os principais aspectos de acordo com ANEAA e ABESATA

O apoio de associações que prezam pelo crescimento e organização no setor aeroportuário é imprescindível para que a Airport Infra Expo continue sendo um relevante catalizador deste mercado.

Diversas entidades já confirmaram sua participação nas edições de 2015, e algumas delas se propuseram a responder uma pergunta que é chave para o primeiro evento, que acontece em março de 2015: quais são os principais temas a serem discutidos quando falamos sobre melhorias na gestão dos aeroportos brasileiros?

O Diretor da ANEAA (Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos), Douglas Rebouças, destaca os avanços que aconteceram desde a modernização e inovação trazidas pelos aeroportos concedidos, e a importância de que essa melhoria se mantenha e cresça. “O atual cenário enseja o acompanhamento pelos demais entes que trabalham em prol do sistema de transporte aéreo nacional e internacional, ou seja, é importante que as Cias Aéreas e seus prestadores de serviços auxiliares, autoridades aeroportuárias, agente regulador e demais entes que integram a operação aeroportuária, permaneçam em constante evolução de gestão e resultados para a satisfação plena do usuário/passageiros, que é o grande motivador para um elevado índice de qualidade que está se buscando na aviação brasileira.”

Já para o Diretor-Presidente da ABESATA (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), Ricardo Miguel, a maior questão é sempre o foco no cliente. “Falar em focar no cliente parece muito natural e simples. Mas quando o assunto é administrar um aeroporto, o tema fica complexo. Isso porque um aeroporto é um sistema multidisciplinar”, explica.

Ele está se referindo a clientes que vão além dos passageiros e que são necessários para o bom funcionamento do Sistema de Aviação Civil, como tripulantes e empresas aéreas, ESATAs (serviços de rampa, catering, fornecedores de combustíveis, luggage), órgãos públicos (Polícia Federal, Receita Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Procon, Anvisa, Anac, Controle de Tráfego Aéreo), empresas de transporte terrestre, além de lojas comerciais.

“Ocorre que tradicionalmente os gestores aeroportuários brasileiros focam suas prioridades no passageiro e nas autoridades públicas. Se esquecem dos demais e de que também são seus clientes. Em suma, nessa cadeia de atenção, a maturidade do gestor aeroportuário brasileiro passa, sem dúvida, em incluir as necessidades das Empresas Aéreas e das Empresas de Serviços Auxiliares na necessidade global do aeroporto”, completa.

Além da ANEAA e ABESATA, também já confirmaram apoio ao evento ABEAR, ABRASET, ANCAB e IATA.

 

Fonte: Airport Infra Expo