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Galeão se sai bem no simulado de acessibilidade para 2016

O Aeroporto Internacional Tom Jobim – Galeão, principal porta de entrada de atletas e turistas que virão ao Brasil para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio, passou no teste de acessibilidade realizado em seu terminal 1, nesta quinta-feira (11/6), pelo subcomitê de acessibilidade do Comitê Técnico de Operação Especiais (CTOE), coordenado pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) e formado por técnicos da própria SAC, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Casa Civil e Secretaria de Direitos Humanos (SDH).

“O simulado foi um sucesso por dois motivos: primeiro, porque funcionaram muito bem todas as etapas entre a chegada dos Passageiros com Necessidade de Atendimento Especial (PNAEs) até a sua acomodação dentro da aeronave e depois o desembarque; e segundo, porque as pequenas falhas podem ser corrigidas até os jogos”, afirmou o Coordenador do CTOE, Marlon Lustosa, que acompanhou todo o simulado.

Foram quatro horas de duração e mais de cem pessoas envolvidas, incluindo 26 cadeirantes voluntários da Associação Niteroiense de Deficientes Físicos (Andef) e 15 deficientes visuais do Instituto Benjamin Constant. Os testes de embarque e desembarque foram feitos num Boeing 737-800 cedido por três horas pela Gol. Além de técnicos do CTOE, participaram a RioGaleão, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) e várias companhias aéreas.

O Galeão foi o primeiro dos terminais a promover um simulado. Mas CTOE já havia visitado os terminais de todas as cidades-sede do futebol – o próprio Rio, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Salvador e Manaus, para verificar as melhorias que os terminais precisam implementar. Ao final das visitas, o CTOE apresenta um relatório sugerindo as melhorias necessárias no aeroporto. O operador então apresenta seu plano de adequação. Essas visitas precedem os simulados de acessibilidade que visam testar as operações e infraestrutura aeroportuária para o devido atendimento aos PNAEs.

Marlon explica que nessas visitas são testados os procedimentos de embarque e desembarque de PNAEs, bem como todos os fluxos dentro do aeroporto, tais como controle migratório, aduana, praça de alimentação e check-in acessíveis, até mesmo as vagas de estacionamento e rampas de acesso.

No simulado do Rio, a preocupação se concentrou no embarque e desembarque. Verificou-se especialmente três etapas: se o desembarque dos ônibus, na chegada, foi confortável e dentro de tempos adequados; se a inspeção era feita em tempo adequado e oferecia cordialidade e conforto sem comprometer a segurança; se o trajeto dessa inspeção até o interior da aeronave se dava em tempo adequado e confortavelmente. Depois foi feito o caminho de volta. Da aeronave até o saguão. O CTOE ainda produzirá um relatório sobre o simulado, mas Marlon gostou do que viu.

A RioGaleão fez uma pesquisa de satisfação com as mais de cem pessoas envolvidas no simulado de ontem, incluindo técnicos e voluntários cadeirantes e deficientes visuais. Seu resultado servirá para a operadora fazer ajustes necessários apontados pelo público.​

 

Fonte: Mercado & Eventos